
Com Sonic Racing: CrossWorlds, a Sonic Team busca redefinir o que um jogo de corrida arcade do ouriço azul pode oferecer. Misturando velocidade extrema, pistas dinâmicas e um forte foco em personalização, o título aposta em ir além das comparações inevitáveis com Mario Kart para construir uma identidade própria. As corridas são marcadas por portais que levam a mundos diferentes no meio da prova, mudanças constantes no traçado e uma sensação de imprevisibilidade que mantém o ritmo sempre acelerado.
Somado a isso, sistemas como Rivais, Gadgets e veículos transformáveis adicionam profundidade estratégica e incentivam a experimentação de estilos variados de pilotagem. Visualmente vibrante, tecnicamente sólido e recheado de referências ao universo Sonic e à Sega, CrossWorlds promete agradar tanto fãs antigos quanto jogadores em busca de um kart racer mais complexo. Mas será que todo esse caos controlado realmente funciona na prática? É isso que esta análise responde.
Velocidade, identidade e primeiras impressões de Sonic Racing: CrossWorlds
Logo nas primeiras corridas, Sonic Racing: CrossWorlds deixa claro que não quer ser apenas “mais um clone de Mario Kart”, mesmo que as semelhanças sejam inevitáveis. A base do jogo segue a fórmula clássica dos karts arcade, pistas coloridas, itens caóticos e disputas intensas, mas a Sonic Team faz questão de imprimir a identidade do ouriço azul em cada detalhe. O resultado é um jogo que parece familiar à primeira vista, mas que rapidamente se diferencia pelo ritmo acelerado, pela quantidade de sistemas interligados e pela sensação constante de imprevisibilidade.
A principal marca de CrossWorlds é a velocidade, algo que sempre definiu o Sonic ao longo de sua história. Conforme as classes mais rápidas são desbloqueadas, as corridas ganham um ritmo quase vertiginoso, com pistas passando como um borrão de cores, curvas fechadas exigindo reflexos rápidos e sequências que lembram mais um jogo de ação do que um simples kart racer. Essa aceleração constante não é apenas estética: ela influencia diretamente a forma como o jogador pilota, toma decisões e reage aos adversários, tornando cada erro mais custoso e cada ultrapassagem mais satisfatória.
Apesar das inspirações evidentes em Mario Kart, perceptíveis no design inicial de algumas pistas, na disposição de itens e até na estrutura dos eventos, CrossWorlds se esforça para não ficar preso a essa sombra. O jogo aposta em uma apresentação mais chamativa, exagerada e dinâmica, abraçando o caos como parte da experiência. Em vez de tentar competir na simplicidade, ele escolhe o caminho da complexidade acessível, oferecendo muitas camadas de mecânicas que, embora possam confundir no começo, recompensam quem se dedica a aprender seus sistemas.
Essa proposta mais ambiciosa fica clara desde os primeiros modos offline, como o tradicional Grand Prix e o Contra o Tempo, que funcionam como porta de entrada para o universo do jogo. Mesmo nesses modos clássicos, CrossWorlds já apresenta variações interessantes, como pistas que se remixam e mudanças inesperadas durante as corridas, evitando que o jogador simplesmente decore cada curva. A sensação é de que nenhuma corrida é exatamente igual à outra, algo que reforça a identidade própria do título.
Em resumo, as primeiras horas com Sonic Racing: CrossWorlds passam uma mensagem clara: este é um jogo que respeita o legado dos karts arcade, mas que busca se destacar ao apostar em velocidade extrema, estilo exagerado e profundidade mecânica. Pode levar um tempo até tudo “clicar”, mas quando isso acontece, fica evidente que a Sonic Team criou algo que vai além de uma simples alternativa ao Mario Kart, estabelecendo uma base sólida para um jogo de corrida arcade com personalidade própria.
CrossWorlds, Anéis de Viagem e pistas que se transformam a cada volta

O grande diferencial de Sonic Racing: CrossWorlds está no conceito que dá nome ao jogo: as próprias corridas são experiências mutáveis. Em vez de percursos estáticos, o jogador é constantemente surpreendido pelos Anéis de Viagem, portais gigantes que transportam os corredores para outros mundos no meio da prova. Após uma primeira volta mais tradicional e caótica, esses desvios entram em cena e mudam completamente o ritmo da corrida, levando todos para trechos inéditos antes de retornar, de forma fluida, à pista original. A ideia poderia soar como um truque passageiro, mas na prática se mostra uma das mecânicas mais inteligentes e bem praticadas do jogo.
Essa imprevisibilidade impede que CrossWorlds se torne previsível ou automático. Mesmo após várias corridas, não é possível “jogar no piloto automático”, já que nunca se sabe exatamente qual mundo surgirá a seguir. Em um momento, você pode estar acelerando por um circuito clássico inspirado no universo Sonic; no seguinte, é jogado em um cenário completamente diferente, repleto de curvas fechadas, pistas aéreas ou obstáculos inesperados. O líder da corrida ainda influencia essa transição, escolhendo entre destinos conhecidos ou opções aleatórias, o que adiciona uma camada estratégica interessante às disputas.
A variedade se intensifica ainda mais com as mudanças estruturais ao longo das voltas. Na segunda passagem, os CrossWorlds já alteram o fluxo da corrida, enquanto a terceira volta costuma transformar radicalmente o traçado original. Retas desaparecem, novos atalhos surgem, plataformas de impulso extras aparecem e certos trechos passam a exigir corridas aéreas ou navegação aquática. Essas alterações não quebram o ritmo; pelo contrário, mantêm a adrenalina sempre alta e fazem com que cada corrida seja tanto um teste de habilidade quanto de adaptação ao caos.
Outro ponto que reforça essa sensação dinâmica é o retorno dos veículos transformáveis, permitindo alternar entre carro, avião e barco. Cada forma possui uma física própria e exige abordagens diferentes: o carro foca em derrapagens e impulsos, o avião oferece controle vertical total e incentiva acrobacias aéreas, enquanto o barco troca o drift por saltos carregados, exigindo mais planejamento e precisão. Essa diversidade não só amplia a jogabilidade, como também reforça o caráter imprevisível das pistas e dos mundos visitados.
No conjunto, o design das pistas de Sonic Racing: CrossWorlds é um dos mais criativos já vistos na franquia. Inspiradas em fases icônicas do Sonic e em referências da Sega, elas combinam identidade visual forte com mecânicas que se reinventam constantemente. O resultado são corridas espetaculares, caóticas e surpreendentemente equilibradas, onde o desafio não está apenas em ser o mais rápido, mas em saber reagir a tudo o que o jogo coloca no seu caminho.
Personalização profunda, Gadgets e a construção do seu estilo de corrida

Se a velocidade define o ritmo de Sonic Racing: CrossWorlds, é a personalização que dá profundidade real à experiência. O jogo vai muito além da simples escolha de personagem e veículo, oferecendo um sistema robusto que permite moldar completamente o estilo de corrida de cada jogador. No início, essa quantidade de opções pode parecer intimidadora, mas, conforme as mecânicas se revelam, fica claro que essa liberdade é um dos maiores trunfos do título.
Os Gadgets ou dispositivos, são o coração desse sistema. Há dezenas deles para desbloquear ao longo das corridas, cada um alterando o desempenho do kart de forma significativa. Alguns aumentam a velocidade máxima, outros facilitam manobras aéreas, melhoram o carregamento de turbo, concedem itens específicos no início da corrida ou reduzem penalidades em terrenos problemáticos, como gelo e água. Esses dispositivos são equipados por meio de uma placa de engrenagem que evolui conforme o progresso do jogador, liberando mais espaços até um limite estratégico, o que impede combinações exageradamente desequilibradas.
Essa abordagem incentiva a experimentação constante. É possível montar veículos focados em retas longas e velocidade extrema, configurações voltadas para drifts precisos ou até builds mais defensivas, pensadas para sobreviver ao caos dos itens. Cada ajuste é sentido diretamente no controle, tornando as mudanças palpáveis durante a corrida. O jogo recompensa quem testa, erra e ajusta, transformando a personalização em parte essencial do aprendizado, e não apenas em um detalhe estético.
Além dos Gadgets, os veículos e pilotos possuem atributos claros, como Velocidade, Aceleração, Manuseio, Potência e Turbo que influenciam fortemente o comportamento na pista. Essa diferença é especialmente perceptível para jogadores que, no início, podem sofrer com colisões e curvas fechadas. Investir em veículos com melhor manuseio ou escolher pilotos mais equilibrados pode mudar completamente a sensação de controle, tornando a experiência mais fluida e menos punitiva. A boa leitura visual dos veículos também ajuda a identificar rapidamente o estilo de cada adversário durante as corridas.
A personalização estética acompanha essa profundidade mecânica. Pinturas, decalques, texturas, buzinas e efeitos visuais permitem criar karts únicos, enquanto a combinação de partes de chassis adiciona outra camada estratégica ao desempenho. Mesmo com algumas limitações pensadas para manter o equilíbrio, o sistema oferece liberdade suficiente para que cada jogador sinta que está competindo com um veículo feito sob medida.
No fim das contas, Sonic Racing: CrossWorlds se destaca por transformar a customização em um pilar central da jogabilidade. Não se trata apenas de correr mais rápido, mas de descobrir como você quer correr. Essa sensação de autoria e evolução constante mantém o jogo envolvente por longos períodos, incentivando o retorno às pistas em busca da configuração perfeita.
Modos de jogo, Rivais e o equilíbrio entre caos e progressão

A variedade de modos de jogo em Sonic Racing: CrossWorlds ajuda a sustentar o ritmo acelerado das corridas e garante que o conteúdo não se esgote rapidamente. O tradicional Grand Prix é o ponto de partida natural, oferecendo campeonatos estruturados que misturam corridas clássicas com provas finais remixadas, reutilizando partes das pistas anteriores de forma criativa. Esse formato mantém a progressão envolvente, recompensando o jogador com moedas, dispositivos e opções de personalização que alimentam o ciclo de evolução constante.
Um dos elementos mais interessantes presentes tanto no Grand Prix quanto em outras modalidades é o sistema de Rivais. Antes de cada conjunto de corridas, o jogo seleciona um adversário específico para servir como referência direta de desempenho. Derrotá-lo se torna quase tão importante quanto vencer a prova em si, já que esses Rivais costumam ser os competidores mais agressivos e habilidosos da corrida. Enfrentá-los transforma cada disputa em um duelo particular, elevando a tensão e criando momentos de chegadas apertadas, provocações e pequenas narrativas emergentes durante a competição.
Essa mecânica adiciona um senso de desafio progressivo muito bem-vindo. É possível, inclusive, optar por Rivais mais fortes, o que aumenta a dificuldade e oferece recompensas melhores ao final dos campeonatos. Embora isso possa tornar algumas corridas mais focadas em confrontos individuais do que no pelotão completo, o sistema funciona bem ao dar personalidade às disputas e criar situações memoráveis, especialmente graças às interações e fal falas contextualizadas dos personagens.
Para quem busca algo menos tradicional, o Race Park entrega a experiência mais caótica do jogo. Voltado principalmente para partidas locais e multiplayer, esse modo adiciona objetivos paralelos às corridas, como coletar anéis, usar itens ofensivos ou explorar ao máximo plataformas de impulso. As provas deixam de ser apenas sobre cruzar a linha de chegada primeiro e passam a exigir cooperação, estratégia e adaptação constante. O resultado é uma diversão intensa, embora, em alguns momentos, visual e sonoramente exagerada, podendo causar uma leve sobrecarga sensorial.
Já o Contra o Tempo, “Time Trial”, traz uma abordagem curiosa ao exigir o uso estratégico de itens de impulso, mesmo em um modo tradicionalmente focado apenas em precisão e memória de pista. Com os percursos se transformando ao longo das voltas, bater recordes se torna um desafio ainda maior, incentivando o domínio completo das mecânicas e das mudanças dinâmicas das pistas. É nesse modo que jogadores mais dedicados encontrarão um verdadeiro teste de habilidade, tentando alcançar tempos perfeitos e classificações elevadas.
No conjunto, os modos de jogo de Sonic Racing: CrossWorlds equilibram bem progressão, desafio e caos. Cada modalidade contribui de forma diferente para a experiência, seja aprofundando a competição individual, incentivando a experimentação ou oferecendo diversão descompromissada. Essa variedade ajuda a manter o jogo sempre interessante, independentemente do estilo de jogador.
Itens, desafios e o lado mais caótico das corridas

Como todo bom jogo de corrida arcade, Sonic Racing: CrossWorlds aposta fortemente no uso de itens para virar o jogo nas situações mais inesperadas. Anéis ofensivos, armadilhas e habilidades especiais fazem parte constante das disputas e ajudam a manter o clima de imprevisibilidade do começo ao fim. No entanto, aqui está também um dos aspectos mais controversos da experiência, já que nem todos os itens oferecem contra-medidas claras ou fáceis de identificar em meio ao caos visual das corridas.
Durante as provas, é comum ser atingido por ataques difíceis de evitar, especialmente quando um anel surge sobre o kart indicando que algo está prestes a acontecer. O jogo até sinaliza quando você carrega um dos poucos itens capazes de anular esses ataques mais agressivos, mas fora isso, muitas situações parecem inevitáveis. Essa abordagem aproxima CrossWorlds de uma versão ainda mais intensa do caos visto em Mario Kart, com uma abundância de itens capazes de mudar completamente o resultado de uma corrida nos metros finais, o que pode ser divertido ou frustrante, dependendo do gosto do jogador.
Esse excesso de imprevisibilidade se torna ainda mais evidente nas corridas mais disputadas, principalmente quando vários Rivais e jogadores habilidosos estão concentrados no mesmo trecho da pista. Bater em uma parede ou errar uma curva fechada já resulta em uma punição severa de velocidade, e somar isso a ataques sucessivos pode ser implacável. Em alguns momentos, a sensação é de estar lutando não apenas contra os adversários, mas contra o próprio fluxo caótico do jogo.
Por outro lado, é justamente esse descontrole calculado que dá personalidade a Sonic Racing: CrossWorlds. O uso inteligente dos itens, aliado às configurações de Gadgets e ao bom domínio do veículo, pode virar uma corrida aparentemente perdida. Jogadores que aprendem a ler melhor o caos, guardar itens defensivos para o momento certo e adaptar seu estilo de pilotagem acabam se destacando, transformando a frustração inicial em domínio estratégico.
No fim das contas, os itens representam o lado mais imprevisível e divisivo do jogo. Eles reforçam o caráter arcade e mantêm as corridas emocionantes até a linha de chegada, mas também podem gerar momentos de injustiça aparente. Ainda assim, dentro da proposta acelerada e exagerada de CrossWorlds, esse caos faz parte do pacote e contribui para tornar cada corrida única, intensa e memorável.
Gráficos, desempenho, trilha sonora e o veredito técnico

No aspecto técnico, Sonic Racing: CrossWorlds entrega exatamente o que se espera de um jogo de corrida focado em velocidade e espetáculo. Visualmente, o título é vibrante e cheio de personalidade, com pistas coloridas, efeitos chamativos e personagens constantemente animados, reagindo às ultrapassagens, colisões e provocações durante as corridas. A identidade visual celebra a história do Sonic e da Sega, trazendo cenários reconhecíveis e cheios de detalhes, embora o uso intenso de efeitos e o desfoque de movimento possam, em alguns momentos, dificultar a leitura da pista, especialmente nas áreas mais rápidas.
O desempenho é um dos pontos altos da experiência. No PlayStation 5, o jogo oferece modos distintos de qualidade e desempenho, sendo este último claramente o mais indicado. A taxa de quadros elevada e estável combina perfeitamente com o ritmo acelerado das corridas, tornando o controle mais responsivo e a sensação de velocidade ainda mais intensa. Mesmo que o modo qualidade apresente reflexos e texturas mais refinadas, a diferença visual acaba sendo menos relevante diante da fluidez proporcionada pelo modo focado em performance.
A trilha sonora mantém o alto nível esperado da franquia Sonic. As músicas são energéticas, animadas e acompanham muito bem o caos das corridas, ajudando a manter o jogador sempre em estado e sensação de adrenalina. Cada pista conta com faixas que reforçam seu clima e identidade, enquanto os efeitos sonoros trazem uma dose generosa de nostalgia, com sons clássicos de coleta de anéis, colisões e impulsos. Os diálogos entre os personagens adicionam personalidade às corridas, com falas bem-humoradas e contextualizadas, embora algumas se tornem repetitivas após um bom tempo de jogo.
No conjunto, Sonic Racing: CrossWorlds se mostra um pacote tecnicamente sólido e bem acabado. Mesmo com pequenas falhas visuais ocasionais e opções online ainda básicas, o jogo compensa com desempenho consistente, direção de arte vibrante e uma apresentação sonora marcante. Esses elementos reforçam a sensação de que a Sonic Team finalmente encontrou o equilíbrio certo entre espetáculo, fluidez e identidade própria, preparando o terreno para um jogo de corrida que não apenas funciona bem, mas que também deixa uma impressão duradoura no jogador.
Conclusão: Vale a pena jogar Sonic Racing: CrossWorlds?

Sonic Racing: CrossWorlds representa o ponto mais alto da franquia até agora, combinando velocidade extrema, criatividade e sistemas bem pensados para entregar um jogo de corrida com identidade própria. As pistas dinâmicas, os Anéis de Viagem e a variedade de modos mantêm as corridas sempre imprevisíveis, enquanto a personalização profunda de veículos e dispositivos garante liberdade para experimentar diferentes estilos de pilotagem. O gameplay é divertido, intenso e desafiador na medida certa, recompensando tanto jogadores casuais quanto os mais dedicados.
Apesar disso, nem tudo no Sonic Racing: CrossWorlds é perfeito. O conteúdo single-player pode se tornar repetitivo após muitas horas, e o sistema de progressão exige um certo grind para desbloquear tudo. O modo online funciona bem, mas ainda poderia oferecer mais opções e variedade. Ainda assim, o conjunto é sólido e cheio de potencial. Para quem gosta de jogos de kart mais complexos, rápidos e caóticos, Sonic Racing: CrossWorlds é uma experiência altamente recomendada.

Vantagens (Prós)
- Portais entre mundos tornam as corridas variadas e cheias de referências ao universo Sonic.
- Desempenho rápido e fluido, ideal para um jogo focado em velocidade extrema.
- Sistema de Rivais aumenta a tensão e torna cada corrida mais competitiva.
- Alta variedade de personalização para veículos, pilotos e estilo de jogo.
- Dispositivos permitem experimentação profunda e builds realmente diferentes.
- Race Park adiciona objetivos em equipe e amplia a diversão multiplayer.
- Personalização estética ampla deixa cada kart único.
- Pistas evoluem durante a corrida de forma natural e bem integrada.
Desvantagens (Contras)
- Colidir com paredes gera punições severas e pode frustrar iniciantes.
- Race Park pode causar excesso de informação visual e sonora.
- Muitos itens ofensivos e poucas opções claras de defesa.
- Diálogos dos personagens se tornam repetitivos com o tempo.
- Modo online é funcional, mas carece de mais opções e variedade.
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